sábado, 15 de outubro de 2011

Vidas que constroem a minha...

Se hoje sou quem sou, devo tudo a vocês, que souberam me educar e me amar da melhor maneira possível.



Meu “papito”, exemplo de força, humildade, simplicidade, honestidade e dedicação. Me ensinou o real valor das coisas, me ensinou a cativar, mais ainda, me ensinou a ser responsável por tudo aquilo que cativo. Me ensinou sobre compaixão, doação e amor ao próximo... Sempre me incentivando a buscar e conquistar meus objetivos, mas não deixando nunca de me lembrar que somos todos iguais nesse mundo, que nenhuma conquista me faz melhor ou maior que ninguém. E que nenhuma conquista será valida se do caminho do SENHOR eu me afastar.
 

Minha mãe? Minha rainha... (e de acordo com uma grande amiga minha, eu sou princesa! Rs) Minha mãe é um anjo que Deus me enviou, quando eu nasci Ele disse que meu dom maior seria o “amor”. E Ele colocou essa mulher na minha vida... Mulher q eu amo, respeito, admiro... Com ela aprendi amar as pessoas, não só pelo q fazem por mim, mas sim pelo que são, representam e significam na minha vida.


Thiago e Lucas muito mais que irmãos são meus amigos e companheiros. Isso também agradeço a meus pais. Que souberam nos educar com valores cristãos, nos mantendo sempre unidos pelo amor.


Eu só tenho a agradecer por tudo... AMO VCS!!!! " Amor q eu nunca vi igual, que eu nunca mais verei!!!”
  

Que Deus continue nos abençoando hoje e sempre...
AMÉM!!!!!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Despedida do Amor

 

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, 
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos. 
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, 
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. 
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, 
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual 
a gente se apega. Faz parte de nós. 
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, 
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente, 
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. 
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde. 
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos 
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por 
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, 
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. 
É o arremate de uma história que terminou, 
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente... 
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros